domingo, 22 de abril de 2018

Francisco Macedo Solé - o melhor gurupeiro de 2017

Chicão
Francisco Macedo Solé tem 28 anos, natural da cidade de Rio Grande. Formado em Medicina Veterinária. Filho do Renato Freire Solé e da Rosa Lúcia Macedo Solé. É o caçula entre os Irmãos (Marcelo, Pedrão e Zão).
Iniciou a carreira de ginete com as montarias em boi e depois deu sequência com as montarias em cavalos na modalidade de Crina. Após o ingresso na faculdade começou a montar na modalidade de Gurupa para participar do tradicional Circuito Gaúcho de Rodeios Universitário.
Atualmente reside no Taim, onde "trabalha" junto com os irmãos na Propriedade do seu Pai. Tem a vida direcionada às atividades relacionadas ao campo e à criação de Cavalos Crioulos.
Dessa forma, encara a Gineteada como o autêntico esporte do Gaúcho e ressalta: "É nos rodeios e nas festas de Gineteada que reencontro e revejo a grande maioria dos meus amigos."
Quanto aos ginetes que admira como exemplo na modalidade de Crina são: Índio Ribeiro, Fábio Oliveira, Geferson Oliveira, Felipe Félix, Rafael Safons, Pierre Rocha e Leandro Bitencourt. E na modalidade de Gurupa, destaca: Tiago La Flor, Romualdo Menezes, Maicon Oliveira, Chico Silveira, Thiago Neves e Pancho Terra. 
Na modalidade de Gurupa destaca os melhores Aporreados que já montou: Transnochera, Almaden, Marreco, Poca Ropa, Pirulito, Locrécio, Gaiteiro, Catedral, Poncho Pampa, Oigale.
E de Crina cita o lendário Tostado Pelagraia como o melhor Aporreado que já montou.
Ao ser indagado sobre suas metas em relação a Gineteada, explicou que pretende seguir montando enquanto estiver bem fisicamente e com gana de ginetear.
E o sonho? Ser lembrado e reconhecido pelas novas gerações como um bom ginete.
Para finalizar Solé adverte: "Temos que preservar a nossa cultura e a nossa tradição, porque a falta de união entre todos os envolvidos na organização de um rodeio talvez seja o maior obstáculo que a Gineteada enfrenta atualmente. E isso é responsabilidade de cada um de nós que frequenta e promove a Gineteada, porque hoje com as redes sociais é muito fácil criticar e ser um formador de opinião."